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Flop! – 1 – Legend vs. Icon

12 de fevereiro de 2010

Olá, caros leitores. Apresento-vos um combate intitulado como: Legend vs. Icon, isto é, Hulk Hogan vs. Shawn Michaels. Dois nomes bastante relevantes nesse desporto, capazes de fomentar grandes expectativas para seus combates. Diante disto, surgiu-me uma vontade incessante de publicar o vídeo do combate entre os pro-wrestlers supramencionados. E assim, o faço.

Após uma derrota na WrestleMania 21 para Kurt Angle, Shawn Michaels entra numa rivalidade contra Muhammad Hassan e Daivari. Empós ataques, ‘The Heartbreak Kid’ solicita a Eric Bischoff uma handicap match. Entretanto, não lhe é concedida, na qual Bischoff requere uma tag team match. Com isso, Michaels teria que encontrar um parceiro para combater contra Hassan e Daivari. Diante desta situação, o mesmo implora ajoelhado a, nada mais, nada menos que, Hulk Hogan. No episódio seguinte, mais um ataque contra ‘HBK’, só que desta vez, Hogan aparece e aceita o pedido que lhe foi feito. No PPV Backlash, Hogan e Michaels conseguem derrotar Hassan e Daivari. Prosseguindo como uma dupla, eles ganham mais uma tag-team match, porém no término da luta, Michaels aplica seu finisher em Hogan, e assim, inicia-se o seu heel turn. Resultando em um combate no SummerSlam.

E é no SummerSlam do ano de 2005 que temos o prazer, ou melhor, o desprazer de visualizar tal combate. Isso graças às valorizações em proporções exorbitantes de Shawn Michaels aos golpes aplicados por Hulk Hogan. Sendo completamente desnecessário, acho eu. Tal fato que resulta num descrédito. Desconheço se os pro-wrestlers mencionados tinham alguma desavença, ou algo que justifique tal representação. Pois, sem dúvida, Michaels exagerou nas interpretações aguando recebia os golpes. Bom, fica o meu comentário.

Hulk Hogan vs. Shawn Michaels = FLOP!

Parte 1/3

Parte 2/3

Parte 3/3

“O esporte que mistura luta, balé, teatro e até circo.”

9 de fevereiro de 2010

“Os anos de ouro da modalidade se passaram, e as novas gerações conhecem muito pouco sobre o esporte que mistura luta, balé, teatro e até circo.”

Após uma re-visualização em um vídeo sobre um dos melhores lutadores, se não o melhor, lutador que o Brasil já teve. Tive o desprazer de me deparar com um comentário infeliz sobre o desporto que nos agrada. Graças, acho eu, à uma visão centralizada na parte teatral, ou, por pura ignobilidade.

Não há quaisquer dúvidas que o pro-wrestling é um espetáculo, entretanto, torna-se azucrinante quando se dirigem a “LL” chamando de circo mesclado com balé, ou algo do gênero. Penso eu, que inferioriza e menoscaba o show de wrestling profissional, no caso, a luta – livre nacional. Fica explícita a minha repugnância em relação a isto.

Sem mais.

As contradições do desporto.

7 de fevereiro de 2010

O momento de satisfação e prazer íntimo do pro-wrestler. Ser venerado – mesmo heel – em sua cidade natal.

Rob Terry, atual TNA Global Champion.

Em menos de um ano na federação, já é campeão do segundo título de maior referência da TNA (mesmo que tenha estado apagado por um tempo). Sendo o primeiro título de sua carreira.

As contradições do desporto.

A figura emblemática de Vince Kennedy McMahon, jamais ocultou sua preferência por pro-wrestlers com físicos definidos e exuberantes. Muitas vezes, desprezava as nulidades dos mesmos, centralizando num lutador de imagem. Apesar de algumas exceções, vários apresentavam lacunas em suas representações, tais falhas que em certos, obtinham em volumosas proporções. Para exemplificar, cito Dave Batista, um lutador limitado e conhecido por suas freqüentes falhas nas aplicações de golpes. Alterando a situação, cito Bobby Lashley, um lutador com um porte físico impressionante, agrupado com uma boa psicologia de ringue. Algo que nos emudece, extraindo as generalizações quanto aos lutadores do gênero. Contudo, Big Rob não passou do território de desenvolvimento da WWE. Desconheço se Vince K. McMahon estava lúcido e ciente de suas faculdades mentais. E não questiono isto, pelas exímias qualidades do lutador em questão (ironia). Somente pelo fato, deste egocêntrico ter dispensando um lutador de tal envergadura física.

Questiono a capacidade deste, que nem ao menos profere um simplório vocábulo. No entanto, o que direi do agente-funerário em seus primeiros anos na federação de Vince McMahon? O ensejo foi lançado, confesso não estava no aguardo disto, entretanto, verei com regozijo o caminhar deste pro-wrestler. Apesar de não ser uma grande valia para o tablado, tem a capacidade de somente com seu físico, amedrontar e impressionar os fãs. Algo que não visualizava desde auge do imbatível Brock Lesnar. Ressalto que não há comparação, na qual Lesnar era dotado duma qualidade no ringue espetacular. Embora não tenha uma técnica sublime e invejável, Rob Terry apresenta uma envergadura física favorável. Um fator propício, quem diria Dave Batista, iniciando como um guarda-costas de um reverendo corrupto, e atualmente, ostenta um estatuto respeitável.

Uma das dificuldades deste ramo.

6 de fevereiro de 2010

Uma releitura no artigo do meu camarada, Victor Shaitan (a.k.a. Razor Ramone), fomentou uma breve ponderação e, consequentemente, essa postagem. Mediante as citações do texto, uma fez-me refletir o quão difícil é a vida no pro-wrestling. Recordei-me da história de um pro-wrestler que, felizmente ou infelizmente, não teve capacidade de conquistar nem ao menos um simples título na WWE. Ok, eu sei que isso já aconteceu com muitos, mas esse caso deve ser relembrado sempre, para que nós, simplórios fãs de PW, fiquemos mais cientes das dificuldades existentes nesse ramo (principalmente aqueles que pensam em seguir nisso). O dito-cujo não conquistou nenhum cinturão, contrariando todas as previsões feitas por muitos fãs, que acentuavam seus argumentos citando a exuberância do porte físico do lutador. Algo trabalhado durante anos, no intuito de um sucesso na federação de Stamford. Ele foi bastante evidenciado, e estava bem perto de ostentar um título no ombro. Entretanto, subitamente, os planos destinados ao mesmo tiveram que ser retardados. Devido ao consumo de medicamentos ilícitos. Com isso, foi obrigado a se internar em uma clínica de reabilitação, tal período que lhe fez perder massa muscular. Algo notado em seu retorno. Mas seu regresso foi marcado pelo caimento no plantel, voltando como mid-carder. Sua demissão era iminente, e foi noticiada após o mesmo ter sido pego novamente no teste de drogas. Atualmente, se encontra na federação, no entanto, não passará de um simples regresso. Algo inútil! Como devem ter percebido, falo de Chris Masters. Bem, é triste, mas é a verdade.

Drogas. Uma das dificuldades deste ramo.

Debate – Fim da ECW

4 de fevereiro de 2010
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Esse post procura debater determinados assuntos ligados ao pro-wrestling, tendo a pretensão de fazer jus ao nome. Buscando uma discussão saudável sobre esse espetáculo que nos agrada, e uma maior interatividade com os “blogueiros” de plantão. Estando aberto ao ponto de vista de todos.

Fim da ECW.

Terça, 04 de fevereiro de 2010.

É anunciado por Vince K. McMahon que daqui a três semanas a ECW não fará parte da federação. Sendo substituída por outra, que porventura, terá uma proposta semelhante a que a antiga “land of extreme” estava a promover. Que é justamente o desenvolvimento dos pro-wrestlers que anteriormente estavam na FCW. Como muitos têm conhecimento, a ECW nunca foi reconhecida por esta proposta, mas sim, pelos combates intensos. Como tal, descaracteriza a proposta da verdadeira ECW, além da abstinência de lutas com estilo hardcore. Apesar disto, acompanhava frequentemente a ECW, e fiquei um tanto canto inconformado.

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Download e vídeos no PW Media.

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- Li uma notícia que a nova brand da WWE será exclusiva de pro-wrestlers em fase de habituação. Se for verdade, irá prejudicar certos lutadores, que não tinham espaço nas outras brands.

- Umas das razões para findar a ECW foi o rating baixo. Como já mencionado, há rumores que alegam a exclusividade de pro-wrestlers nessa nova brand. Sendo os que outrora estavam na FCW. Agora, vos indago. Quem estaria interessado em ver combates de lutadores que ainda estão se habituando? Já me custa muito ver combates do WWE Superstars…

Bem, há outros pontos que devem ser frisados e comentados. No entanto, cedo a vez aos leitores.

Negro, careca e musculoso.

4 de fevereiro de 2010

Não, não é o Lashley.

Falo daquele que futuramente, se não houver nenhum impasse, será o novo Top main-eventer negro, tal posto que, em alguns anos atrás, foi de Bobby Lashley. Após uma breve ponderação e analisando a trajetória de Ezekiel Jackson na federação, armo-me em pernóstico e profiro esta afirmação. Muitos iram duvidar, mas não me venham dizer que será o Kofi Kingston, pois este não é merecedor desta ascensão (overrated!). Infelizmente, não encontrei nenhum material multimídia de Jackson fora das dependências de McMahon. Busco fazer isso sempre que possível, especialmente quando se trata de pro-wrestlers estereotipados como Ezekiel, tal coisa que implica em um arsenal de golpes limitado, para ficar de acordo com a gimmick. Não podemos se limitar somente no que visualizamos na WWE, se fizer isso, há uma maior parcela de erro.

Embora o M.V.P. esteja bem próximo ao posto mencionado, aposto em Ezekiel. Sim, é por causa do porte físico. Aproveito esse ensejo, para expor o meu repúdio contra o plano da WWE em findar a ECW. Algo que, com certeza, irá dificultar a progressão desse lutador. Não sei quais planos a WWE está destinando ao mesmo, irei ficar aguardando notícias.

Não posso deixar de me pronunciar (pelo menos um pouco) sobre os casos de racismo na WWE, que acontecem desde período da WWF. É triste, mas devem se conscientizar da importância de um pro-wrestler negro no topo do card. Já que não abandonam este preconceito, procurem ocultá-lo, querendo o melhor para federação (escutou Michael Hayes?).

Enfim, Ezekiel Jackson é provido de uma boa envergadura física, e vem se desenvolvendo a cada combate (embora, um pouco lentamente). Não posso fazer uma avaliação completa, por ter visualizado poucos combates dele (se concentrando na WWE), porém digo que ele está se apresentando bem, usufruindo do destaque cedido ao seu porte. Não é sublime nas ring-skills, mas sabe desempenhar bem o seu papel. Chega a ser limitado, na qual a WWE tem sua culpa, graças à personagem. Prefiro não falar das mic-skills. É claro que prefiro M.V.P. neste posto, mas algo me diz que será Ezekiel Jackson. Apesar da grande previsibilidade da WWE, posso estar enganado.

Ezekiel Jackson vs. Kofi Kingston vs. M.V.P.

Fica o espaço aberto para quem quiser se pronunciar na caixa de comentários. Concordando ou discordando, o vosso comentário será bem-vindo.

4 Cantos do Ringue.
Abordando o pro-wrestling a cada canto do ringue.

É hora de relembrar.

2 de fevereiro de 2010

Ladies and gentlemen, boys and girls, welcome to… Oh, my God! I’m The Boogeyman and I’m comin’ to get’cha!

Faço essa postagem devido as limitações do serviço gratuito do WordPress. Que impossibilita a incorporação de vídeos nos widgets do layout. Com isso, irei procurar, sempre que possível, publicar posts com este formato. Relembrando alguns momentos, para promover mais o pro-wrestling. E para esta estreia, venho relembrar uma rivalidade razoável e de curta extensão, no entanto, deixou sua marca com um simples momento. Os protagonistas são The Boogeyman e John “Bradshaw” Layfield.

Os fatos aqui descritos ocorreram no ano de 2006.

Desde estreia de Boogeyman, a utilização deste lutador consistia no aproveitamento da personagem. Aterrorizando vários pro-wrestlers, com seus trejeitos e a ingerência de vermes. Assim como o filho de Carlos Colón, que mordiscava uma maçã, na sequência, expelia na face de seus adversários. Ao invés de expelir pedaços de uma maçã, Boogeyman expelia vermes, mais expecificamente na boca do outro pugnaz. Algo que virou uma marca registrada, adorada por alguns e odiada por outros.

Já JBL, vinha de um período bastante satisfatório para o mesmo. Em que foi campeão da WWE, graças ao seu grande desempenho com a personagem ajuntada com uma boa conduta. Após o reinado e a criação de uma stable, que cá entre nós, não foi bem sucedida. O mesmo foi incluído em pequenas rivalidades, até a caminhada ao título dos Estados Unidos. Dentre essas rivalidades, houve uma que se sobressaiu, em razão de um ângulo desagradável. Completo o parágrafo, informando que Jillian Hall era na época sua valet (era a encarregada em melhorar a imagem de JBL), vale frisar sua participação no ângulo que irei abrangir.

Como relatado, a WWE explorava a personagem e procurou elevar a imagem do mosntro interpretado por Marty Wright. Buscando uma maior reação do público, iniciou uma série de perseguições contra JBL e sua valet. Amedrontando ambos, Boogeyman se concentrava em Jilllian Hall, na qual ressalto que JBL representava bem a faceta covarde do personagem. Após alguns encontros e perseguições, é no Piper’s Pit que acontece o bendito ângulo.

Bem, é um ângulo nauseante e com capacidade de provocar ânsias de vômitos. Quem estiver se alimentando, evite digerir o alimento enquanto visualiza o vídeo. Isso também vale para os mais sensíveis. Considerem-se avisados.

Foi um ângulo nauseabundo, como já mencionado, e desprovido de uma produção cênica rebuscada. Deveras surreal, pelo fato da súbita aparição de uma verruga (gigantesca) na face de Jillian Hall. Algo que no mínimo, foi desprezível. Na qual a irrealidade prejudicou toda a composição. Sem contar que é uma cena nojenta, por assim dizer. Suponho que ninguém estaria interessado em visualizar tal cena.

Enfim, a rivalidade terminou no PPV Royal Rumble, com a vitória de Boogeyman. Com o vídeo anexado, é possível ver o “grande” estrago que foi feito na face da Jillian Hall.

O ângulo

Combate

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